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Minecraft - a little reflection

The world we live in is divided by a question: "What is Minecraft?". If on one side we have those who ask this question, on the other we have those who try to answer. In this division I take the side of those who respond, so that my answers are "a definitive redstone and TNT circuit" to overthrow this separatist wall. When I'm in a professional context, explaining to teachers, parents or any type of adult who does not know video games, I say: Minecraft is the apex of Cubism. Usually I succeed because it's like playing by the rules of the opponent in their field and beating them under their terms. This simple response has a depth that does not need to be explained and is easy to be assimilated, since modernism was able to show aesthetically that humanity can even dream in a surreal way, but at the time of accomplishment it is cubist, either with function copy and paste of many softwares, that is put blocks in Minecraft.
            In this text, the answer I give to the question "what is minecraft?" will be starter-focused. After all, this time I have the opportunity to play at home and have a convincing performance, so my success will be associated with the ability to generate more questions, doubts that can even be brought to reflection and self-observation in the game.
            The proposed way to understand Minecraft is to focus on the perception associated with the game and applied to the transcendence, such as the dehiscence that allows to open itself to the experience, in this way, resulting in an apprehension based on the chiasm: "to play and to be played" or "build and be built".
            For this, we focus on the Phenomenological thinking of authors such as Merleau-Ponty and WhiteHead until Brain Massumi and Steven Shaviro that propose a relation of the contextualized theory with the technology, for example: the post-cinematographic language. The authors in question promote an approach to the essence of how the object in question touches the core of being and the being expresses it. Stressing thinking to the extreme and creating possibilities for understanding how the player perceives and apprehends the world (real, game, fantasy and any others that exist) around them.

             We close the cycle of analysis through the mythological bias: the relationship of the human being that seeks the understanding of the universe associated with the creation of landscapes for other characters (be controlled by other players, be non-playble characters) interact and in this way, draw parallels as : nothing before creation and flatworld; in the beginning was the verb and the block; the responsibility of the meta-game and the god-game; the magic circle and the possibility of having the reward of the game such as gameplay, production and dissemination; the sacrifice that the player submits the avatar, in favor of his plans, entertainment and other motivations.

A evolução de uma era através de comerciais.



Assisto um vídeo desses muitas vezes seguidas. A quantidade de detalhes culturais e de game design são infinitas. Toda vez que assisto, aprendo algo novo. Quantos detalhes? Quantos elementos podemos ver? Podemos traçar uma evolução? Avaliar tendencias? Compara-las? Em caso positivo aos questionamentos, guarde as respostas e aplique todas as reflexões aos processos de puder: criação, avaliação e etc.

Enquanto o Atlas Test Brazil 2.0 não chega, o Guitar Ninja toca!


Olá a todos,
Por falta de um são dois que gerarão muitos: jogos, comentários, posts, alegrias e muitas outras coisas!

Sim para quem não jogou o Atlas Test Brazil, ele está cumprindo seu papel de ensino e diversão. Cada vez que jogar será uma experiência. Este projeto merece muitos posts, falando desde game design, ensino tangencial e outras coisas, porém eu só posso dizer, AGUARDEM! A equipe está empenhada e a nova versão já já esta ai, com direito a trilha do Thiago Adamo, e o excelente e minucioso trabalho do André Intentor e do Álvaro Gabriele!

Confira a versão que está no facebook, enquanto a nova não sai! ATLAS TEST BRAZIL

Além disso, existe o Guitar Ninja, personagem muito carismático que eu nestes últimos meses acabei criando um grande carinho por ele.
Os três mosqueteiros de artistas/guitarristas Alexandre Colella, Marcio Okayama Romulo Pedroso, me fizeram um convite que não tinha como negar, ajudar no game design do jogo do Guitar Ninja, o desafio foi aceito, e em breve também estará ai a disposição, se quiser jogar tem uma versão no FLG.
Por hora veja o vídeo.

Games 4 Change, chegando ao Brasil.

Entrevista originalmente publicada no Arena Turbo escrita pela meu amigo Henrique Sampaio. (http://arenaturbo.ig.com.br/materias/522501-523000/522633/522633_1.html)


Jogos devem ser implementados nas escolas, diz professor da USP


O nome já diz tudo: Games for Change (ou Jogos pela Mudança) é um movimento que desde 2004 propõe a criação de jogos que abordem problemas sociais, políticos e econômicos do mundo contemporâneo, com o objetivo de conscientizar, informar e educar tanto quanto entreter. Desde a primeira edição do evento, em 2004, o Games for Change vem conquistando o apoio de desenvolvedores, acadêmicos, fundações e ONGs, principalmente nos EUA.

O projeto deu origem a dezenas de jogos baseados em problemas do mundo moderno, como o premiado Global Conflict (Conflitos Globais, na edição em português), que faz o jogador refletir sobre temas como democracia e meio ambiente, ou ICED – I Can End Deportation, que aborda o drama da imigração ilegal e questões de direitos humanos. Todos os jogos produzidos com o apoio do Games for Change, incluindo o puzzle brasileiro sobre sustentabilidade City Rain, ficam disponíveis no site oficial do movimento.

A partir deste ano o Games for Change assume um caráter internacional, e ganha edição brasileira em parceria com o SBGames, com curadoria de Gilson Schwartz, professor do Departamento de Cinema, Rádio e TV da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo e criador do grupo de pesquisa Cidade do Conhecimento, que deu ao Arena mais detalhes sobre o projeto e falou sobre a importância da utilização de games no ambiente escolar.

Parte do Games for Change consiste no evento, que acontecerá simultaneamente ao SBGames, entre os dias 7 e 9 de novembro, em Salvador, na Bahia. No entanto, ao longo do ano, o projeto prevê uma série de cursos, oficinas e concursos em diversas cidades brasileiras.

“Vamos seguir de perto a edição americana”, disse Schwartz, que acontecerá entre os dias 20 e 22 de junho, em Nova York, trazendo como um dos conferencistas o ex-Vice Presidente dos EUA, Al Gore. “Queremos o mesmo nível de importância e impacto político no Brasil. O mercado de games passa por uma transformação qualitativa, fala-se cada vez mais em 'gamificação' do mundo, da educação, do trabalho e da cultura. O Games for Change reflete essa importância e representa uma oportunidade para os brasileiros participarem ativamente dessa nova convergência cultural.”

Leia a entrevista completa:

Arena Turbo: Nas edições anteriores do Games for Change foram abordados muitos temas relacionados à problemas mundiais, como a miséria de certos países africanos e o conflito entre Israel e Palestina. Na versão nacional do Games for Change, os temas serão focados no Brasil?

Gilson Schwartz: Certamente. Sou responsável pela plataforma Conflitos Globais no Brasil e o primeiro título é sobre conflitos na América Latina. Logo lançaremos traduções para jogos que levam o jogador às realidades do Oriente Médio, África e outras regiões críticas para o futuro das relações internacionais.

Vamos promover oficinas e cursos de game design, orientação para professores sobre uso de games nas escolas e atividades especiais para crianças e adolescentes em escolas, ONGs e empresas. O objetivo é formar pessoas com capacitação para colocar o Brasil no mapa global dos games com foco em criatividade, cultura, política, economia e cidadania.

AT: Já existem jogos sendo desenvolvidos para serem apresentados e debatidos no Games for Change Brasil?

GS: Sim! Mas... por enquanto é segredo total. Mas posso garantir que teremos surpresas geniais em novembro e possivelmente antes disso.

AT: O evento será focado apenas em jogos digitais?

GS: Esse é o foco, mas isso não significa uma bitola. Para entender a emergência dos games como forma cultural, como atividade econômica e até como estratégia para mudar o mundo é preciso ter consciência das relações entre o virtual e o real. O foco é digital, mas a abordagem é interdisciplinar e tem como horizonte a chamada internet das coisas conectadas, ou seja, a criação de um novo mundo em que as conexões entre máquinas, pessoas e lugares contribuem para melhorar a sociedade e aprimorar nossa vida individual e coletiva.

AT: Esses jogos podem ter impacto fora do evento, como em escolas?

GS: Já está acontecendo. O Conflitos Globais, por exemplo, é uma atividade que estamos desenvolvendo em parceria com a Escola de Aplicação da USP. Estamos iniciando em 2011 a comunidade "beta" do game. Outras escolas estão avaliando, inclusive escolas privadas, a integração de atividades de contra-turno ao projeto.

Tem gente que acha que a escola é uma instituição falida, que o professor é um personagem ultrapassado e que estudar é para quem não tem mais o que fazer. Vamos jogar em outra linha: a escola pode e precisa ser transformada, o professor tem um papel de liderança e mentoria e estudar pode ser não apenas divertido, mas empolgante e inseparável de nossos sonhos, projetos e atitudes. Criatividade é o nome do jogo.



AT: Como essa transformação da escola poderia acontecer, levando em consideração a realidade brasileira? Poderia explicar melhor isso?

GS: Fala-se muito em "educação a distância" como principal horizonte da convergência entre tecnologia e educação. É uma visão parcial, que privilegia a massificação, ou seja, o aumento no acesso ao conteúdo, porém geralmente como forma de reduzir custos do lado da oferta, sem necessariamente tornar mais criativa a participação dos alunos.

Os profissionais de design instrucional, no entanto, poderão ampliar significativamente a participação criativa dos alunos quando integrarem suas plataformas ao universo dos games. Jogar, brincar, fazer a imersão em mundos virtuais é ir muito mais longe do que a mera transmissão em larga escala de conteúdos pré-gravados, de conteúdos disponíveis em ambientes como o Moodle, etc. O professor deixa de ser um mero gerente de plataformas de massificação da distribuição de conteúdo para participar, literalmente, do jogo, arbitrando, mediando, promovendo e organizando a brincadeira.

AT: Mas a implementação de jogos educativos ainda não está muito distante da nossa realidade, em que escolas públicas mal possuem equipamentos para rodar esses jogos?

GS: As pesquisas mais recentes confirmam que o maior problema não é mais a disponibilidade de equipamentos. Há cada vez mais infra-estrutura e equipamentos. Há políticas públicas para acelerar a implementação da infra-estrutura. Mas está faltando conteúdo, em especial conteúdo de fato interativo. A produção de games é um dos caminhos mais promissores para dar bom uso a toda a infra-estrutura que está chegando.


No brasileiro City Rain, o objetivo é criar uma cidade autossustentável

AT: Quais são as dificuldades que você vê no Brasil para falar sobre games como catalisador de transformação social?

GS: A principal dificuldade está na cultura ora bacharelesca, ora paternalista de quem fala e propõe mudanças sociais. De um lado, há uma turma de intelectuais e tecnocratas que acredita na transformação social como resultado de decisões geniais adotadas de cima para baixo. De outro, há muita gente que ainda associa transformação social a filantropia ou caridade.

Para jogar o jogo da mudança, é preciso evoluir para uma cultura em que todos fazem parte do jogo da mudança. É um jogo de ganha-ganha, enquanto as visões tecnocráticas ou paternalistas partem do pressuposto de que uma parte da sociedade está pronta e apenas o "resto" precisa mudar.

AT: Qual a importância de um evento como o Games for Change no Brasil, ainda mais com a questão sempre recorrente sobre jogos e violência, levantada novamente pelo caso Realengo?

GS: O Brasil se prepara para sediar os maiores eventos esportivos do mundo, a Copa e os Jogos Olímpicos. Falar de jogos, ainda mais como a dimensão mais revolucionária da nova cultura digital, é mais oportuno do que nunca. Vamos mobilizar pessoas, empresas e instituições para fazer do videogame, dos jogos sociais e das interfaces digitais uma fronteira tecnológica comprometida com a mudança do mundo e a superação da violência que, gostemos ou não, queiramos ou não, habita cada um de nós como um risco potencial, recorrente e inevitável.

TCC´s de Game Design e o Jogo CAFOFO

Duas semanas atrás, estive em bancas de TCC dos alunos de Game Design do Colégio Fecap.

Os projetos deste ano estavam muito bons, obviamente com alguns detalhes para lapidar, mas que em pouco tempo vão tirar de letra!

Eu pedi para os 3 grupos me enviarem os projetos para que eu pudesse colocar no blog!
Nenhum enviou, mas é claro, provas finais sempre serão provas finais... quem sabe agora eles não se empolguem e coloquem aqui na net!

Dos 3 projetos apresentados, o Grupo Fox Way mostrou 2 jogos:
- um com uma história muito legal de um Lobo Mau;
- um aplicativo para o Facebook, um social game chamado Cafofo (no qual você faz o seu quarto).

É claro que eu estou jogando e divulgando, afinal trata-se de uma atividade inocente, divertida e sem compromissos (odeio colher abóboras ou melancias com hora marcada) !

Aqui está o quarto que acabei de fazer, com um cachorrão gigante!



Gostou da idéia? Achou Curioso? Confira!

1- Digite Cafofo na Busca do facebook!
2- Entre no aplicativo.
3- Se divirta.
4- CLIQUE EM CURTIR E CHAME SEUS AMIGOS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
5- De um feedback aos criadores, ajude-os e faça parte desta história!

Abstração e game!!

Quem já viu minhas palestras de criação de cenários e personagens, sabe que eu dou um monte de exemplos, nestes exemplos, uma hora eu brinco com a possibilidade de reconhecer personagens diferentes atuando em tabuleiros, apenas uma abstração.

Imagem o Presidente estadunidense, Barack Obama, ele é um personagem histórico, seu cenário é a Casa Branca, reuniões com a Onu etc etc...certo? Agora vamos coloca-lo em um contexto de game, que tipo de jogo é o dele com o mundo? Quais as jogadas mais pertinentes que ele faz?

- Será que ele joga War? Ele e os outros dirigentes, cada um com sua carta, dominando territórios, tentando cumprirem seus objetivos nas cartas?;

- Será que ele joga Xadrez? Ele de um lado, o mundo, outros governantes no outro? Imagine o cheque, as manobras, o xeque pastor de uma nação, como será isso?

- Será que é o Jogo da Velha? Freneticamente fazendo X ou bolinhas contra seus adversários?

Enfim, creio que esse é um exercício divertido, de compreensão, abstração, uma forma de associar e traçar semelhanças, para compreender melhor o objeto em questão.

Agora na net, vejo esse vídeo para divulgar uma competição, fez um clip, super legal, falando de estratégias de guerra

Jogos em Power Ponit?!?!?!?!?!

Sim, quanto mais pesquiso, mais coisas existem para descobrir e pesquisar, me sinto fuçando na bolsa mágica do Gato félix...

Para quem não conhece:



Enfim, acabei de achar um vídeo muito bacana, para colocar gatilhos de voz e outras cosias em um pps, para fazer atividades lúdicas de ensino em sala de aula.



Aproveito e deixo mais outro para elucidar o tema.

Serious Games & Ensino Tangencial

Segue a apresentação da Palestra "Jogando e Aprendendo - Seriou Games e Ensino Tangencial".

Qualquer dúvida, entrar em contato. Terei a maior alegria de poder conversar e trocar idéias.

Adoro esse tema. É muito bom poder contribuir para o ensino, adequando minhas experiências em sala de aula e minhas pesquisas em tecnologia.


E a correria não para!

Mês passado mal pude postar, peço desculpas as pessoas que entraram aqui e viram o ritmo de posts quebrados!

Sabem como é, né?!Um monte de coisinhas que acumulam-se e viram coisonas, maaaaaaaaaas tudo bem estamos aqui firmes e fortes! Mas com novidades!

O mês começou no agito e retornei a FATEC, na Quarta Semana de Tecnologia de Carapicuiba!



Foi muito legal poder ver os alunos/amigos como o André Intentor, Robson, Professora Sílvia e Professor Álvaro.

Gostaria de deixar aqui um agradecimento ao Thiago Adamo o PXL DJ!

Por diversas razões ele é o cara:
- Lembrou da camiseta que eu pedi no SP Games Show! E trouxe uma para mim.
- Conversamos muito no caminho, junto com a Professora Sílva, mais de uma hora dentro de um túnel, por conta do trânsito.
- A palestra do @thiagotd foi muito ótima. Além de um argumento muito bem amarrado, aprendi bastante coisa, por exemplo: a diferença entre compositor, produtor, engenheiro e designer de som.
- Chegamos atrasados e ele correu com o conteúdo dele para eu poder conseguir falar.
Realmente um cara desse é mais que BRODA!


Sistemas de Informação Geogáficas e Games

Geógrafos de plantão, vamos conversar!
No site MapStats, existe uma série de tentativas de jogos baseados em SIG´s, a questão é o operacional é ótimo, pode ser bem utilizado, a questão que nãose leva em consideração as coisas que fazem um jogo ser um jogo.

Enfim, creio que esse é um começo do que pode ser chamado os Geo Games!

Embora difícil de entender o que é para fazer (imagine uma criança), mas atitudes como essa são sempre válidas, pois estão desbravando o caminho!

Ao ver isso o sentimento é: também quero brincar de fazer isso!

2 lembretes de coisas bem legais

Esse post é breve a correria está apertada - mas... vou deixar aqui duas coisas interessantes, ok?

Um texto do professor Henry Jenkis sobre o Demolidor e um texto sobre Storytelling e Ensino, recomendo a leitura de ambos.

http://henryjenkins.org/2010/06/man_without_fear.html

http://electronicportfolios.org/portfolios/SITEStorytelling2006.pdf

Boas leituras!

Aprendendo com World Of War Craft - Segunda Parte

Neste post segue o vídeo sobre a experiência do tópico anterior.
Inclusive com os alunos testemunhando a vivência em tais atividades.

Aprendendo com World Of War Craft - Primeira Parte

World of War Craft é um MMORPG.
Baseado em uma trilogia medieval fantástica, este jogo lidera as preferências do seu gênero.
Em linhas gerais, trata-se de criar um personagem e fazer relativamente o que quiser dentro de um vasto mundo.
De fato alguns players ficam vidrados com a vida paralela, vivendo-a mais do que a própria, por conta disso essa modalidade de game já foi chamada até de "um tipo de droga moderna".

Porém, indo na contra mão das críticas e do senso comum, surgiu uma ótima iniciativa de envolver os alunos e extrair o que esse sistema tem de melhor.

Iniciativas como essa são um grande exemplo e incentivo.



Tirandentes - O Herói

Dia de 21 de abril, feriado nacional de Tiradentes.

Será que os feriados cumprem a real razão da lembrança e homenagem?
Depois da escola, ficamos cada vez mais longe desses valores.

Ai eu fiquei pensando: "Seria bacana explorar esses personagens e eventos históricos, não sei como, mas seria um resultado muito bom".

Fui no Yotube procurar algumas referências e achei uma animação que salvou o meu dia. Gostei muito a possibilidade da representação histórica em desenho (sobretudo com bom humor).

Gostaria de dividir com vocês:



Com certeza Tiradentes é um de nossos heróis, assim eu acho e talvez você discorde, mas deve concordar que além de tudo, nos deu um dia de descanso no meio da semana.

Obrigado Tiradentes!

Os alunos nunca mais esquecerão sobre escolástica e maniqueismo.



Imagine como pode ser complicado abstrair e fixar conceitos e nomes em seus contextos filosóficos, históricos, etc.
Porém isso pode ser aproximado da linguagem dos alunos.

A idéia é simples, reproduzir um jogo famoso e colocar uma máscara didática, no caso o jogo foi Street Fighter, e dois personagens históricos fazendo as vezes dos lutadores. De um lado São Thomás de Aquino e do outro Santo Agostinho, com suas respectivas filosofais em forma de ataque especial: Escolástica e Maniqueismo.

Matéria na Revista Conhecimento Prático em Geografia


Neste mês de fevereiro assinei uma matéria na Revista Conhecimento Prático em Geografia.

Muitas coisas da matéria foram compiladas aqui dos textos do Blog.

Fiquei muito feliz em poder ampliar a divulgação dos #SeriousGames.

Para quem não leu, está ai o link da matéria.

Nesta mesma edição eu dei uma breve entrevista, quem quiser conferir, clique aqui.