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#gamescontrar7 (for understanding - in english)



Have you seen the twitter´s hashtags #gamerscontrar7, well it's in TT's, reached 300 tweets in a few seconds. As much as there is a big "wow wow" and posts that are worthy of anything, But I think it is have a importance like this moment means.

The age that television talked for itself , like an Italian stage is over! With the so-called Web 2.0, the same Italian stage has become an arena, where viewers will not like it, fight back, swearing, do not let go unchallenged.

Anyway, even amid the unrest generated by the school massacre in Rio de Janeiro, learned material as a notebook and e-mails, record the recurring presence of games like GTA and Counter Strike.

In this search the entire cost for a culprit, the games entered in evidence being exposed to fire from the journalistic inquisition, of which two examples are worth highlighting:

- The "O Globo" newspaper ..

- A tv program on Tv Record, presented by the journalist Paulo Henrique Amorim.

These two issues have generated the movement of gamers in favor of gaming. The hash tag is being used widely and I believe will yield even more issues because the program isnt´t broadcast yet. We will see the developments in the coming times.

I would like to make some considerations, moreover, have remained active in my twitter account, not to attack the TV Record, but to be demanding an impartial stance, expressing my outrage as a gamer and game designer.

Here in Ginger I had a thought, anyone who will listen what I say click here.

I want to raise a few points:

- For what reason the games should "pay the piper"?
- It's hard to expect a fair field?
- I wonder, why not talk of good initiatives related to games such as Games for Change.
- Which explains why the TV games, but not expose yourself? Should make comparative studies on the exposure in television of nearly naked bodies compared with rape and domestic violence.
- How much a game sells? How many people reach and how many commit crimes?
- When it puts into circulation a matter like this, there is consultation with specialists in cognitive science and other industry professionals? We'll see tomorrow.
- At some point was earned that the topic might be offending a whole community, including people who dedicate their lives to study, work, develop, and promote the culture that the games provide?

Somehow I felt offended, disrespected, like many, that was my way of reaction, to avail myself of two-way communication current issue and expose my feelings here.


#gamerscontrar7




Olá a todos...

Você já viu a hashtag no twitter #gamerscontrar7, pois bem ela está nos TT´s, em segundos alcançou 300 tweets. Por mais que exista um grande "oba oba" e postagens dignas do nada, creio que vale a pena ressaltar a importância do que este momento significa.

O tempo que a televisão falava sozinha, igual a um palco italiano acabou! Com a dita Web 2.0, o mesmo palco italiano tornou-se uma arena, se os telespectadores não gostarem, revidam, xingam, não deixam passar em branco. Vocês lembram do exemplo da Xuxa?

Enfim, em meio ainda as conturbações geradas pelo massacre na escola do Rio de Janeiro, materiais aprendidos como um caderno e e-mails, registram a presença recorrente de games como GTA e Counter Strike.

Nessa busca a todo custo por um culpado, os jogos entraram em evidencia sendo expostos a fogueira da inquisição jornalística, da qual dois exemplos merecem destaque:

- A matéria do Jornal O Globo..

- matéria do programa do jornalista Paulo Henrique Amorim.

Essas duas matérias geraram a movimentação dos gamers em prol dos games. A hashtag está sendo largamente utilizada e creio que ainda renderá mais assuntos, pois a matéria nem foi ao ar. Veremos os desdobramentos nos próximos momentos.

Eu gostaria de fazer algumas considerações, alias, tenho permanecido ativo em minha conta do twitter, não para atacar a Tv Record, mas para ser exigir uma postura imparcial, manifestando a minha indignação como gamer e game designer.

Aqui no Gengibre eu fiz uma reflexão, quem quiser ouvir o que eu disse clica aqui.

Gostaria de levantar alguns pontos:

- Por qual motivo os games devem "pagar o pato"?
- É difícil esperar uma matéria imparcial, que mostre os prós e os contras?
- Pergunto-me, por que não falar das boas iniciativas ligadas aos games como o Games For Change.
- Qual razão a tv expõe os games, mas não expõe a si prórpria? Deveriam fazer comparativos sobre a exposição de corpos quase nus comparados com estupros e violência doméstica.
- Quanto um jogo vende? Quantas pessoas atingem e quantas cometem crimes?
- Quando se coloca em circulação uma matéria como essa, existe a consulta a especialistas ligados a ciência da cognição e demais profissionais do ramo? Veremos amanhã.
- Em algum momento foi auferido que este tema pode estar ofendendo toda uma comunidade, inclusive pessoas que dedicam suas vidas a estudar, trabalhar, desenvolver e também promover a cultura que os jogos propiciam?

De certa forma me senti ofendido, desrespeitado, assim como muitos e essa foi minha maneira de reação, valer-me da questão biunívoca da comunicação atual e expor aqui meus sentimentos.



(se não entendeu o por que das imagens, cliquei aqui)

Crianças na Guerra, uma realidade e um jogo.

27 de agosto foi lançado mais um capítulo do jogo Global Conflicts, agora o Child Soldiers, que mostra a realidade das crianças indo para a guerra na Uganda.

Mais informações, inclusive a venda da licença para usar em escolas neste link.

Pesquisa mostra que não é a violência que faz jogos serem atrativos.

Pesquisadores da Universidade de Rochester publicaram na última sexta-feira, uma pesquisa que quebrou um paradigma sobre os video games.

A conclusão da pesquisa é que um jogo não é atrativo pela violência e sim pelo nível de desafio. A motivação dos jogadores está ligada à satisfação psicológica. A evolução dentro de um roteiro, qual ele vença obstáculos e sinta-se eficiente. Principalmente pelo sucesso da autonomia de suas ações na estratégia desenvolvida.
Foram aplicados questionários a mais de 2500 jogadores habituais e 300 estudantes universitários. As perguntas vinham depois dos voluntários terem jogado uma plataforma de tiro em primeira pessoa em duas situações diferentes:
1- Uma caçada, onde estavam sujeitos a matar ou morrer, com muito sangue jorrando a cada adversário alvejado;
2- O mesmo jogo, só que não se atirava, apenas "marcava" o adversário, que evaporava de modo sereno até desaparecer quando derrotado.
Tais questões eram sobre a comparação dos jogos, as preferências, o que agradou e desagradou. A grande maioria rechaçou a violência e agressividade explícita.

O diretor do Centro para o Estudo da Violência de Iowa State University, Craig Anderson, afirmou que trata-se de um trabalho muito importante, onde um mito foi derrubado: violência faz os jogos serem divertidos.