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Sonho se realizando

Desde que comecei escrever qui, sempre fui inspirado pelo gamesforchange.org.
Agora após seu lançamento oficial, estar trabalhando na capítulo brasileiro é algo que me deixa extremamente feliz.

Em menos de duas semanas tivemos o lançamento da agenda na Universidade Metodista, e um workshop para líderes comunitários no Paraná!

Realmente é algo para se alegrar, não?

Fique atentos que tem muitas novidades vindo ai, ok?

Games 4 Change NY Anual Festival




Segunda e terça ocorrerá o festival anual da Games For Change em Nova York.
Cada ano que passa o festival fica mais bacana.
Além das falas de pessoas importantes do cenário, os games que entrarão na timeline do site, haverão duas coisas muito interessantes:
- A presença do senhor aquecimento global Al Gore,
e
- o lançamento das filiais do Games 4 Change no mundo. Com destaque é claro para filial Brasil e América Latina.

Para você que não foi, fique atento o evento será transmitido por este link aqui.



http://www.livestream.com/nycg4c

Games 4 Change, chegando ao Brasil.

Entrevista originalmente publicada no Arena Turbo escrita pela meu amigo Henrique Sampaio. (http://arenaturbo.ig.com.br/materias/522501-523000/522633/522633_1.html)


Jogos devem ser implementados nas escolas, diz professor da USP


O nome já diz tudo: Games for Change (ou Jogos pela Mudança) é um movimento que desde 2004 propõe a criação de jogos que abordem problemas sociais, políticos e econômicos do mundo contemporâneo, com o objetivo de conscientizar, informar e educar tanto quanto entreter. Desde a primeira edição do evento, em 2004, o Games for Change vem conquistando o apoio de desenvolvedores, acadêmicos, fundações e ONGs, principalmente nos EUA.

O projeto deu origem a dezenas de jogos baseados em problemas do mundo moderno, como o premiado Global Conflict (Conflitos Globais, na edição em português), que faz o jogador refletir sobre temas como democracia e meio ambiente, ou ICED – I Can End Deportation, que aborda o drama da imigração ilegal e questões de direitos humanos. Todos os jogos produzidos com o apoio do Games for Change, incluindo o puzzle brasileiro sobre sustentabilidade City Rain, ficam disponíveis no site oficial do movimento.

A partir deste ano o Games for Change assume um caráter internacional, e ganha edição brasileira em parceria com o SBGames, com curadoria de Gilson Schwartz, professor do Departamento de Cinema, Rádio e TV da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo e criador do grupo de pesquisa Cidade do Conhecimento, que deu ao Arena mais detalhes sobre o projeto e falou sobre a importância da utilização de games no ambiente escolar.

Parte do Games for Change consiste no evento, que acontecerá simultaneamente ao SBGames, entre os dias 7 e 9 de novembro, em Salvador, na Bahia. No entanto, ao longo do ano, o projeto prevê uma série de cursos, oficinas e concursos em diversas cidades brasileiras.

“Vamos seguir de perto a edição americana”, disse Schwartz, que acontecerá entre os dias 20 e 22 de junho, em Nova York, trazendo como um dos conferencistas o ex-Vice Presidente dos EUA, Al Gore. “Queremos o mesmo nível de importância e impacto político no Brasil. O mercado de games passa por uma transformação qualitativa, fala-se cada vez mais em 'gamificação' do mundo, da educação, do trabalho e da cultura. O Games for Change reflete essa importância e representa uma oportunidade para os brasileiros participarem ativamente dessa nova convergência cultural.”

Leia a entrevista completa:

Arena Turbo: Nas edições anteriores do Games for Change foram abordados muitos temas relacionados à problemas mundiais, como a miséria de certos países africanos e o conflito entre Israel e Palestina. Na versão nacional do Games for Change, os temas serão focados no Brasil?

Gilson Schwartz: Certamente. Sou responsável pela plataforma Conflitos Globais no Brasil e o primeiro título é sobre conflitos na América Latina. Logo lançaremos traduções para jogos que levam o jogador às realidades do Oriente Médio, África e outras regiões críticas para o futuro das relações internacionais.

Vamos promover oficinas e cursos de game design, orientação para professores sobre uso de games nas escolas e atividades especiais para crianças e adolescentes em escolas, ONGs e empresas. O objetivo é formar pessoas com capacitação para colocar o Brasil no mapa global dos games com foco em criatividade, cultura, política, economia e cidadania.

AT: Já existem jogos sendo desenvolvidos para serem apresentados e debatidos no Games for Change Brasil?

GS: Sim! Mas... por enquanto é segredo total. Mas posso garantir que teremos surpresas geniais em novembro e possivelmente antes disso.

AT: O evento será focado apenas em jogos digitais?

GS: Esse é o foco, mas isso não significa uma bitola. Para entender a emergência dos games como forma cultural, como atividade econômica e até como estratégia para mudar o mundo é preciso ter consciência das relações entre o virtual e o real. O foco é digital, mas a abordagem é interdisciplinar e tem como horizonte a chamada internet das coisas conectadas, ou seja, a criação de um novo mundo em que as conexões entre máquinas, pessoas e lugares contribuem para melhorar a sociedade e aprimorar nossa vida individual e coletiva.

AT: Esses jogos podem ter impacto fora do evento, como em escolas?

GS: Já está acontecendo. O Conflitos Globais, por exemplo, é uma atividade que estamos desenvolvendo em parceria com a Escola de Aplicação da USP. Estamos iniciando em 2011 a comunidade "beta" do game. Outras escolas estão avaliando, inclusive escolas privadas, a integração de atividades de contra-turno ao projeto.

Tem gente que acha que a escola é uma instituição falida, que o professor é um personagem ultrapassado e que estudar é para quem não tem mais o que fazer. Vamos jogar em outra linha: a escola pode e precisa ser transformada, o professor tem um papel de liderança e mentoria e estudar pode ser não apenas divertido, mas empolgante e inseparável de nossos sonhos, projetos e atitudes. Criatividade é o nome do jogo.



AT: Como essa transformação da escola poderia acontecer, levando em consideração a realidade brasileira? Poderia explicar melhor isso?

GS: Fala-se muito em "educação a distância" como principal horizonte da convergência entre tecnologia e educação. É uma visão parcial, que privilegia a massificação, ou seja, o aumento no acesso ao conteúdo, porém geralmente como forma de reduzir custos do lado da oferta, sem necessariamente tornar mais criativa a participação dos alunos.

Os profissionais de design instrucional, no entanto, poderão ampliar significativamente a participação criativa dos alunos quando integrarem suas plataformas ao universo dos games. Jogar, brincar, fazer a imersão em mundos virtuais é ir muito mais longe do que a mera transmissão em larga escala de conteúdos pré-gravados, de conteúdos disponíveis em ambientes como o Moodle, etc. O professor deixa de ser um mero gerente de plataformas de massificação da distribuição de conteúdo para participar, literalmente, do jogo, arbitrando, mediando, promovendo e organizando a brincadeira.

AT: Mas a implementação de jogos educativos ainda não está muito distante da nossa realidade, em que escolas públicas mal possuem equipamentos para rodar esses jogos?

GS: As pesquisas mais recentes confirmam que o maior problema não é mais a disponibilidade de equipamentos. Há cada vez mais infra-estrutura e equipamentos. Há políticas públicas para acelerar a implementação da infra-estrutura. Mas está faltando conteúdo, em especial conteúdo de fato interativo. A produção de games é um dos caminhos mais promissores para dar bom uso a toda a infra-estrutura que está chegando.


No brasileiro City Rain, o objetivo é criar uma cidade autossustentável

AT: Quais são as dificuldades que você vê no Brasil para falar sobre games como catalisador de transformação social?

GS: A principal dificuldade está na cultura ora bacharelesca, ora paternalista de quem fala e propõe mudanças sociais. De um lado, há uma turma de intelectuais e tecnocratas que acredita na transformação social como resultado de decisões geniais adotadas de cima para baixo. De outro, há muita gente que ainda associa transformação social a filantropia ou caridade.

Para jogar o jogo da mudança, é preciso evoluir para uma cultura em que todos fazem parte do jogo da mudança. É um jogo de ganha-ganha, enquanto as visões tecnocráticas ou paternalistas partem do pressuposto de que uma parte da sociedade está pronta e apenas o "resto" precisa mudar.

AT: Qual a importância de um evento como o Games for Change no Brasil, ainda mais com a questão sempre recorrente sobre jogos e violência, levantada novamente pelo caso Realengo?

GS: O Brasil se prepara para sediar os maiores eventos esportivos do mundo, a Copa e os Jogos Olímpicos. Falar de jogos, ainda mais como a dimensão mais revolucionária da nova cultura digital, é mais oportuno do que nunca. Vamos mobilizar pessoas, empresas e instituições para fazer do videogame, dos jogos sociais e das interfaces digitais uma fronteira tecnológica comprometida com a mudança do mundo e a superação da violência que, gostemos ou não, queiramos ou não, habita cada um de nós como um risco potencial, recorrente e inevitável.

#gamerscontrar7




Olá a todos...

Você já viu a hashtag no twitter #gamerscontrar7, pois bem ela está nos TT´s, em segundos alcançou 300 tweets. Por mais que exista um grande "oba oba" e postagens dignas do nada, creio que vale a pena ressaltar a importância do que este momento significa.

O tempo que a televisão falava sozinha, igual a um palco italiano acabou! Com a dita Web 2.0, o mesmo palco italiano tornou-se uma arena, se os telespectadores não gostarem, revidam, xingam, não deixam passar em branco. Vocês lembram do exemplo da Xuxa?

Enfim, em meio ainda as conturbações geradas pelo massacre na escola do Rio de Janeiro, materiais aprendidos como um caderno e e-mails, registram a presença recorrente de games como GTA e Counter Strike.

Nessa busca a todo custo por um culpado, os jogos entraram em evidencia sendo expostos a fogueira da inquisição jornalística, da qual dois exemplos merecem destaque:

- A matéria do Jornal O Globo..

- matéria do programa do jornalista Paulo Henrique Amorim.

Essas duas matérias geraram a movimentação dos gamers em prol dos games. A hashtag está sendo largamente utilizada e creio que ainda renderá mais assuntos, pois a matéria nem foi ao ar. Veremos os desdobramentos nos próximos momentos.

Eu gostaria de fazer algumas considerações, alias, tenho permanecido ativo em minha conta do twitter, não para atacar a Tv Record, mas para ser exigir uma postura imparcial, manifestando a minha indignação como gamer e game designer.

Aqui no Gengibre eu fiz uma reflexão, quem quiser ouvir o que eu disse clica aqui.

Gostaria de levantar alguns pontos:

- Por qual motivo os games devem "pagar o pato"?
- É difícil esperar uma matéria imparcial, que mostre os prós e os contras?
- Pergunto-me, por que não falar das boas iniciativas ligadas aos games como o Games For Change.
- Qual razão a tv expõe os games, mas não expõe a si prórpria? Deveriam fazer comparativos sobre a exposição de corpos quase nus comparados com estupros e violência doméstica.
- Quanto um jogo vende? Quantas pessoas atingem e quantas cometem crimes?
- Quando se coloca em circulação uma matéria como essa, existe a consulta a especialistas ligados a ciência da cognição e demais profissionais do ramo? Veremos amanhã.
- Em algum momento foi auferido que este tema pode estar ofendendo toda uma comunidade, inclusive pessoas que dedicam suas vidas a estudar, trabalhar, desenvolver e também promover a cultura que os jogos propiciam?

De certa forma me senti ofendido, desrespeitado, assim como muitos e essa foi minha maneira de reação, valer-me da questão biunívoca da comunicação atual e expor aqui meus sentimentos.



(se não entendeu o por que das imagens, cliquei aqui)

Os 5 melhores SERIOUS GAMES de 2010

Nada melhor que começar o ano falando de Serious Games.
Ano passado o site game4change.org fez uma votação e os escolheu os melhores jogos em relação ao impacto social.

Segue a lista para nossa referência dos jogos que foram votados e os vencedores.
Você pode clicar nos nomes se será redirecionado para a página do jogo.

- Admongo


- Breakthroughs to Cures

Foresight Engine: Breakthroughs to Cures from Foresight Engine on Vimeo.



- The Cat and the Coup


- The Curfew



- Evoke

What is an EVOKE? from Alchemy on Vimeo.



- Fate of the World


- Hey Baby


- Inside Diaster - The Experience


- InterroBang

Interrobang Intro from Nuvana on Vimeo.



- Macon Money


- Participatory Chinatown



- People Power
(sem clip)
- Phylo
(sem clip)
- By implication
(sem clip)

A ordem da votação foi:

#5 Macon Money

#4 People Power

#3 Participatory Chinatown

#2 Interrobang

#1 Evoke


Temos ai uma bela lista de jogos, logo uma boa base de referência e inspiração.

E a correria não para!

Mês passado mal pude postar, peço desculpas as pessoas que entraram aqui e viram o ritmo de posts quebrados!

Sabem como é, né?!Um monte de coisinhas que acumulam-se e viram coisonas, maaaaaaaaaas tudo bem estamos aqui firmes e fortes! Mas com novidades!

O mês começou no agito e retornei a FATEC, na Quarta Semana de Tecnologia de Carapicuiba!



Foi muito legal poder ver os alunos/amigos como o André Intentor, Robson, Professora Sílvia e Professor Álvaro.

Gostaria de deixar aqui um agradecimento ao Thiago Adamo o PXL DJ!

Por diversas razões ele é o cara:
- Lembrou da camiseta que eu pedi no SP Games Show! E trouxe uma para mim.
- Conversamos muito no caminho, junto com a Professora Sílva, mais de uma hora dentro de um túnel, por conta do trânsito.
- A palestra do @thiagotd foi muito ótima. Além de um argumento muito bem amarrado, aprendi bastante coisa, por exemplo: a diferença entre compositor, produtor, engenheiro e designer de som.
- Chegamos atrasados e ele correu com o conteúdo dele para eu poder conseguir falar.
Realmente um cara desse é mais que BRODA!


Matéria na Revista Conhecimento Prático em Geografia


Neste mês de fevereiro assinei uma matéria na Revista Conhecimento Prático em Geografia.

Muitas coisas da matéria foram compiladas aqui dos textos do Blog.

Fiquei muito feliz em poder ampliar a divulgação dos #SeriousGames.

Para quem não leu, está ai o link da matéria.

Nesta mesma edição eu dei uma breve entrevista, quem quiser conferir, clique aqui.

Olhos do mundo se voltam para o Haiti


Enquanto não surge nenhum game ou mesmo animação sobre o Terremoto do Haiti, deixo
dois elementos como referência.

Um jogo, na verdade não é tão original, é o mesmo conceito do 3rd World Farmer só que no Haiti, mas mesmo assim não deixa de ser uma experiência válida. (ACESSO AO GAME)

Uma vídeo do projeto Global Kids sobre o Haiti.

A inovação: Games for Change – Real world games, Real world imapct.



Eu sou um confesso “fuçador” na internet. Adoro procurar assuntos e suas ramificações até a exaustão, principalmente sobre minhas temáticas preferidas: artes marciais; mitologia; Ásia e logicamente games.
Muito além dos sites como Newgrounds e Miniclip, que também creio que seja um ótimo hunting-ground para temas e pesquisas de tendências, adoro procurar aquele “algo mais”.
Nesta prática recorrente, encontrei o Games for Change, para os íntimos G4C.
Sugiro uma visita com calma, onde possam ser lidos os textos e também apreciar os jogos.
Esta instituição tem uma proposta muito interessante, pois além de desenvolver jogos para empresas, busca promover forte interação com artistas, universidades e ONG´s.
A temática dos jogos é dividida em canais:
- Direitos Humanos;
- Economia;
- Políticas Públicas;
- Saúde Pública;
- Pobreza;
- Meio Ambiente;
- Conflitos Globais;
- Notícias;
- Política.
Existem jogos que são simples e nada desafiadores, mas também outros muito originais. Realmente uma forma de aprender particularidades interagindo como se fosse um refugiado ou um fazendeiro de terceiro mundo. Existem as modalidades de simulador, que apresentam diversas possibilidades, desde planejar uma cidade para enfrentar desastres naturais ou questões político-administrativas, com o objetivo de gerenciar equipamentos públicos para entretenimento, cultura e saúde da população. Não vou entrar em mais detalhes, para que fiquem curiosos e procurem saber mais no próprio site.
Além das parcerias, outra ação que a G4C promove anualmente é um festival que com uma série de palestras, brainstorms e o principal: a premiação de jogos.

Curioso? Quer saber mais? Entre no site, leia, jogue e divulgue.